sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Projeto Folclore


Curiosidade

Você sabia que existe o Dia Mundial do Folclore? Pois é, esse dia existe graças ao arqueólogo inglês William John Thoms (1803 - 1885), que enviou uma carta à revista The Atheneum, de Londres pedindo apoio para o levantamento de informações sobre tradições e lendas daquele país. O documento foi publicado no dia 22 de agosto e, por isso, a data foi escolhida como o Dia Mundial do Folclore.

(fonte: Guia dos Curiosos)

A prof Simone e seus alunos estão nos preparativos para a montagem do painel que terá a Lenda da Iara como tema! Pescadores e sereias encantarão esta produção! Vamos ver?






















A lenda de Iara, considerada a mãe das águas, tem registros desde o séculos XVIII e é muito forte na região da Amazônia.
Essa lenda conta que a sedutora sereia Iara deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde com o objetivo de seduzir os pescadores. De repente ela surge com aparência belíssima: cabelos longos enfeitados de flores vermelhas e com seu canto hipnotiza os pescadores e os leva para a profundeza das águas.
Entre os pescadores também circula a lenda sobre o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a deusa, linda, surgir das águas. A princípio resistiu, não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. Mas, como o feitiço estava lançado, ele não conseguia esquecer a voz de Iara. Numa tarde, morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
Iara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva.
Há duas versões para o que aconteceu depois: uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que na semana seguinte a insaciável Iara voltou para levar outra vítima.




O G4 A, junto com a prof Nina,
começou a confeccionar o boi bumbá!



Boi-Bumbá
boi-bumbá é o personagem central de uma festa específica do norte e nordeste do Brasil. O primeiro registro da festa apareceu em 1840, em um jornal de Recife chamado “O Carapuceiro”, mas sua origem é bem mais antiga, pois alguns historiadores associam seu surgimento à expansão, no Nordeste, do chamado Ciclo do Gado - quando, a partir do século XVII, o animal ganhou grande importância nas fazendas da região.
A figura folclórica do boi foi criada por escravos negros e indígenas como símbolo de força e resistência. Assim, há uma dança cuja encenação gira em torno dele e de sua história. A pessoa que veste a fantasia do animal é chamada de miolo e seus trajes variam bastante de uma festa para outra, mas é sempre muito enfeitado, com paetês, miçangas, lantejoulas, bordados, etc.





Ficou pronto!!! Lindo!!!


E olhem só quem chegou, todo peralta e produzido com muito carinho pelo grupo 3A!! O saci!! 



Vamos conhecer mais um pouco sobre esta lenda?
Saci Pererê
Figura do imaginário popular que tem origem que tem sua origem na Região Sudeste, em Minas e São Paulo , desde o Século XIX.
Suas características são marcantes: negrinho, sem pelos no corpo nem na cabeça, olhos vivos e vermelhos. Baixinho! Sua altura não passa de meio metro, pula de um lado para o outro com grande agilidade numa só perna, possui dentes brilhantes e brancos.
Na verdade dizem que há um bando de Sacis que costumam se reunir à noite para planejar as travessuras que vão fazer para atazanar a vida do povo das florestas. Nessas travessuras estão incluídas: azedar o leite, esconder coisas, embaraçar novelos de lã, jogar mosca na sopa dos outros, queimar o feijão que está no fogo, puxar o rabo do porco, fazer barulho no bambuzal para assustar, etc., etc., etc.

Em outros países existem figuras semelhantes: em Portugal há relatos de um personagem semelhante, que usa botas vermelhas. Na Argentina, Uruguai e Paraguai ele é pequeno e gordo, de pele vermelha e usa um bastão mágico dourado. Na Alemanha existe um anão chamado Kobolde, igual em quase tudo ao nosso Saci, também nos Estados Unidos há outro personagem também o Gremlin, que é outro com as mesmas características.

 Boitatá

O Boitatá é o gênio que protege as campinas e sempre castiga os que põem fogo no mato.
Quase sempre ele aparece sob a forma de uma cobra muito grande, com dois olhos enormes, que parecem faróis. Às vezes, surge também com a aparência de um boi gigantesco, brilhante.

Aguardem a produção dos alunos do G.5 !! 






E chegou o grande dia da apresentação!

O Grupo 4A encenou a peça sobre a lenda do Boi Bumbá!  






                       
                          O Grupo  5A apresentou a peça sobre a Lenda do Curupira




Grupo 5B encenou a lenda do Boitatá




 Grupo 4B apresentou a lenda da Iara