Curiosidade
Você sabia que existe o Dia Mundial do Folclore? Pois é, esse dia existe graças ao arqueólogo inglês William John Thoms (1803 - 1885), que enviou uma carta à revista The Atheneum, de Londres pedindo apoio para o levantamento de informações sobre tradições e lendas daquele país. O documento foi publicado no dia 22 de agosto e, por isso, a data foi escolhida como o Dia Mundial do Folclore.
(fonte: Guia dos Curiosos)
A prof Simone e seus alunos estão nos
preparativos para a montagem do painel que terá a Lenda da Iara como tema!
Pescadores e sereias encantarão esta produção! Vamos ver?
A lenda de Iara, considerada a mãe das águas, tem registros desde o
séculos XVIII e é muito forte na região da Amazônia.
Essa lenda conta que
a sedutora sereia Iara deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde com o
objetivo de seduzir os pescadores. De repente ela surge com aparência
belíssima: cabelos longos enfeitados de flores vermelhas e com seu canto hipnotiza
os pescadores e os leva para a profundeza das águas.
Entre os pescadores
também circula a lenda sobre o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a
deusa, linda, surgir das águas. A princípio resistiu, não saiu da canoa, remou
rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. Mas, como o feitiço estava
lançado, ele não conseguia esquecer a voz de Iara. Numa tarde, morto de
saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
Iara já o esperava
cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho,
carregado pelas mãos da noiva.
Há duas versões para
o que aconteceu depois: uns dizem que naquela noite houve festa no chão das
águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que na semana seguinte a
insaciável Iara voltou para levar outra vítima.
O G4 A, junto com a prof Nina,
Boi-Bumbá
O boi-bumbá é
o personagem central de uma festa específica do norte e nordeste do Brasil. O
primeiro registro da festa apareceu em 1840, em um jornal de Recife chamado “O
Carapuceiro”, mas sua origem é bem mais antiga, pois alguns historiadores
associam seu surgimento à expansão, no Nordeste, do chamado Ciclo do Gado - quando,
a partir do século XVII, o animal ganhou grande importância nas fazendas da
região.
A figura folclórica do boi foi criada por escravos
negros e indígenas como símbolo de força e resistência. Assim, há uma dança
cuja encenação gira em torno dele e de sua história. A pessoa que veste a
fantasia do animal é chamada de miolo e seus trajes variam bastante de uma
festa para outra, mas é sempre muito enfeitado, com paetês, miçangas,
lantejoulas, bordados, etc.
Ficou pronto!!! Lindo!!!
E olhem só quem chegou, todo peralta e produzido com muito carinho pelo grupo 3A!! O saci!!
Vamos conhecer mais um pouco sobre esta lenda?
Saci Pererê
Figura do imaginário popular que tem origem que tem sua
origem na Região Sudeste, em Minas e
São Paulo , desde o Século XIX.
Suas características são marcantes: negrinho, sem pelos no
corpo nem na cabeça, olhos vivos e vermelhos. Baixinho! Sua altura não passa de
meio metro, pula de um lado para o outro com grande agilidade numa só perna,
possui dentes brilhantes e brancos.
Na verdade dizem que há um bando de Sacis que costumam se
reunir à noite para planejar as travessuras que vão fazer para atazanar a vida
do povo das florestas. Nessas travessuras estão incluídas: azedar o leite,
esconder coisas, embaraçar novelos de lã, jogar mosca na sopa dos outros,
queimar o feijão que está no fogo, puxar o rabo do porco, fazer barulho no
bambuzal para assustar, etc., etc., etc.
Em outros países existem figuras semelhantes: em Portugal
há relatos de um personagem semelhante, que usa botas vermelhas. Na Argentina,
Uruguai e Paraguai ele é pequeno e gordo, de pele vermelha e usa um bastão
mágico dourado. Na Alemanha existe um anão chamado Kobolde, igual em quase tudo
ao nosso Saci, também nos Estados Unidos há outro personagem também o Gremlin,
que é outro com as mesmas características.
Boitatá
O Boitatá é o gênio que protege as campinas e sempre castiga os que põem fogo no mato.
Quase sempre ele aparece sob a forma de uma cobra muito grande, com dois olhos enormes, que parecem faróis. Às vezes, surge também com a aparência de um boi gigantesco, brilhante.
Aguardem a produção dos alunos do G.5 !!
O Grupo 5A apresentou a peça sobre a Lenda do Curupira
E chegou o grande dia da apresentação!
O Grupo 4A encenou a peça sobre a lenda do Boi Bumbá!
O Grupo 5A apresentou a peça sobre a Lenda do Curupira
Grupo 5B encenou a lenda do Boitatá
Parabéns crianças! Vocês deram um show!
Independência do Brasil: a pátria além do hino e da bandeira
https://cmeigeorgiacarneiro.blogspot.com/2017/08/folclore.html
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